Notas de um diário de noites em claro entre livros e escritas, que se sucedem a breves períodos de refúgio entre terra e sementes e feitos existir por entre os desvarios das rotinas quotidianas de uma vida inventada dia-a-dia. Um desabafo dentro do baço bafo da uma existência de labor diário, feita criação transfornadora das realidades humanas impostas e impossíveis mas ainda que são... agora e sempre. Páginas amiúde surrealistas. Publicadas todas as sextas-feiras.
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