terça-feira, 22 de maio de 2012


Madrugada de sexta-feira, 21 de Maio de 2010 Os banqueiros deste país, reunidos, conferenciam a propósito do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) levado a cabo pelo Governo. No fim, falam à Comunicação Social. Dizem que “os portugueses terão de baixar o nível de vida”. Pois, os portugueses. Eles não. São os donos do dinheiro e, esse, não conhece fronteiras…


Madrugada de domingo, 23 de Maio de 2010 Fim d”O Livro das Almas”, de Glenn Cooper no dia de ontem. Leitura atabalhoada da minha parte, mas com bons momentos. Fica-me o registo destes tempos de incerteza e perplexidades onde, tal como noutros anteriores, o Homem busca as respostas às dúvidas do presente, no passado. Mas como a progressão histórica é helicoidal, algo se acrescenta sempre à teoria circular. Neste tempo, junta-se o conhecimento sistemático, científico. Mas as dúvidas e as incertezas, essas, são sempre as mesmas.
Hoje comecei, de José Jorge Letria, “O Vermelho e o Verde”, “um intenso fresco narrativa cuja acção decorre entre 1 de Fevereiro de 1908, dia do Regicídio, e o fim do Verão de 1918, ano da gripe espanhola, do fim da Primeira Guerra Mundial e do assassinato de Sidónio Pais, na Estação do Rossio”. Diz ainda, porque vale a pena transcrever, “confrontam-se ideias e personalidades, afectos e memórias, sonhos e desaires, republicanos e monárquicos, pais e filhos, e ainda modos distintos e conflituantes de pensar Portugal”.
Neste momento li as primeiras quatro páginas. Foram um encanto. Mas devia ser assim. O escritor também o é para as crianças.

Soube hoje que a progenitora está de braço ao peito. Foi operada ao ombro esquerdo(?), parece que se formou um osso onde não devia estar. Há pouco mais de um ano, foi o progenitor, devido a queda, mas aí, os médicos detectaram a falta de osso onde devia haver. Está visto para onde foi…

Escrevo primeiro sobre os meus livros. Depois das moléstias dos outros. Neste caso, talvez não esteja certo.

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