sábado, 29 de dezembro de 2012

Madrugada de sexta-feira, 06 de Agosto de 2010 “Singras-te na vida”… É impressionante como o que diz a nossa professora do ensino primário é importante. Com muito efeito quando dito com alguma audiência.
Aconteceu na exposição de pintura para a qual recebi convite (ou melhor, a revista, é o que é) e que teve visita de candidato presidencial, mas cuja ida negociei durinho, via correio electrónico, ontem à noite. Reportagem, sim senhor, mas troco de um trabalho do artista; melhor: dos artistas, porque a exposição é conjunta e, após breve reflexão, a minha solicitação à artista tornava-se necessária por uma questão de coerência das coisas. Já com o acordo prévio dele, consegui, felizmente, o dela e conto com os quadros no final da exposição.
“Singras-te na vida”. Pois, mas com rija vontade, áspera objectividade e descarado pragmatismo, este último igualzinho àqueles que me pedem este tipo de serviço, com o argumento de que “é bom para a revista”.

Ouço-o num programa em reposição num canal noticioso. Sociólogo, continua a dar uma no cravo e outra na ferradura no seu comentário, sobre tudo, evidentemente. Já o fazia quando passou pelo Governo, nos idos de 70. Construiu uma carreira a falar mal do seu país. Porque é que qualquer rasgo de brilhantismo é sempre para aí direccionado? Porque o ouvem tanto? Masoquismo, só pode ser a resposta.
Pertence àquela geração que sustentou uma certa forma de intelectualidade no desprezo e na maledicência. Continuam, todos eles. O mais dramático é que não deixam de ter uma certa razão.


Madrugada de sábado, 07 de Agosto de 2010 Vejo hoje que anunciam possibilidade de aguaceiros para segunda-feira. Será? No dia da Volta a Portugal em Bicicleta a passar por Viana, 40ºC, mais ou menos como nas últimas semanas, comigo a regar de dois em dois dias, há três ou quatro meses. Espero que chova. Fazia-me bem o descanso.


Madrugada de terça-feira, 10 de Agosto de 2010 Em fim de dia (ou em início de madrugada, tudo é uma questão de perspectiva), do mestre Alfred Hitchcook uma bela peça cinematográfica que me escapou toda a minha idade: “A Cortina Rasgada” (“Torn Curtain”, no original que alude à por Winston Churchill cognominada “Cortina de Ferro”, em discurso ao Congresso norte-americano), com Paul Newman e Julie Andrews.
A cena da discussão das equações matemáticas na Universidade de Leipzig entre os dois físicos é genial e só por isso o filme valeu a pena.
Mas toda a película é de uma mestria a toda a prova, descontando as ingenuidades da época (1966) mas a que agora se opõe o exagero. Entre ambas as coisas, cada vez mais prefiro o então. Porque nem por isso deixava de tratar o espectador como um receptor inteligente, enquanto agora apenas procura impressionar os néscios.


Madrugada de quarta-feira, 11 de Agosto de 2010 Continua a caça ao homem. Num país indiferente, doméstico e dócil perante um “Caso Freeport” agora fechado, sem culpados, o desposo do sorvedouro de centenas de milhões de euros dos bancos falidos, um julgamento do “Caso Casa Pia” de sentença eternamente adiada, o treinador da selecção é perseguido por um caso ocorrido antes ainda durante a preparação da equipa para mundial. Enxovalhado pela insuficiência que grassa o nosso dirigismo desportivo, médico, jurídico, enfim, federativo (os mesmos que resolveram de uma assentada, limpando a guardanapo e sorriso a agressão do anterior treinador brasileiro a um jogador adversário, à vista de todo o mundo), até com a secretaria de Estado do Desporto a dar uma mãozinha a todo o caso, o actual técnico apresenta em sua defesa homens de topo, tal como o eterno treinador do clube inglês, agraciado pela sua rainha com o título de cavaleiro do reino, e que diz que o português “é um homem bom”, acrescentando que, desses, “há poucos”.
Só à conta da intervenção deste velho terrier dos ncampos de futebol, o mundo volta a colocar os olhos neste país de mediocridades feito, que vai olhando a banda passar levando-nos couro e cabelo, enquanto apela ao (des)crédito da finança internacional.


Madrugada de quinta-feira, 12 de Agosto de 2010 Desde a última rega, no crepúsculo do sol poente de segunda-feira passada, o fogo esteve nos Hortos. Não o pensei tão perto. Seguindo os rastos dos pneus dos veículos dos bombeiros, com alguma surpresa apreciei o mato queimado, a par de alguns pinheiros bravos, que bordejam uma das parcelas vizinhas. O fogo devastou toda a área para lá da via rápida, conseguiu atravessá-la e aí foi travado pelos soldados da paz que assim evitaram que as culturas fossem apanhadas no braseiro. As chamas ficaram a duas parcelas da minha e agora mais temo as bouças negligenciadas que confrontam a sul todo o comprimento do meu terreno.
Mas que aquilo merecia arder, merecia…

Aqui fica o prólogo da minha campanha do futebol mundial: chegam notícias da Coreia do Norte que o treinador da selecção foi, ou está, obrigado a trabalhos forçados e sujeito a maus-tratos pelo fraco desempenho da sua equipa. Na mesma situação estarão alguns dos jogadores mais proeminentes.
Tinha-o previsto, depois daqueles 7-0 com que selámos os seus destinos. Agora, aconteceu.

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sábado, 22 de dezembro de 2012


Madrugada de quarta-feira, 04 de Agosto de 2010 No intervalo da escrita criativa, aquando o ficheiro transfere para um dos discos portáteis, leio um livro enquanto aguardo ainda a chamada à secção gráfica da Câmara Municipal. Mais tarde, calço um sapato enquanto ajusto a camisa e aperto as calças, trincando o pão do lanche tardio.
Saí das notícias escritas no escritório em casa e da revisão de provas, e equipo-me para a rega a acontecer antes das 20h00, hora da penúltima sessão de montagem da maqueta da edição de Agosto da revista que ainda edito à escuridão do novo acordo ortográfico porque ainda não tive pachorra para isso (para além do desacordo, factor muito mais importante).
Lá fora desperta-me o vento quase suão, de semanas, a impedir-me a progressão rápida do velocípede, mas o boné antes perdido ajudará ao esforço do caminho para horinha e meia de balde e regador acima e abaixo.
A produção de abóbora poupa-lhe no peso do saco do hipermercado, o que para mim seria sempre suficiente. Comemos sopa a todas as refeições, um dos bastiões da perfeição que persigo.
Correrei rua abaixo depois do duche com pasta pesada, para abrir a porta da Redacção à designer para montagem até à meia-noite; e só depois o jantar. Aí mais uma hora de escrita, depois das 3h00 da manhã…
 Sou vinte anos com mais do dobro, sorrio ao que como, lamento o que não durmo e quero acordar todos os dias que acho pequenos; assim como à noite.
Quero viver 400 anos!

Mais um a pedir-me colaboração na revista. Diz que tem 16 anos e que quer ser escritor, mas já não tenho espaço para os que tenho; também o antigo colaborador mal-agradecido, mais de um ano depois a pedir-me a minha presença na inauguração da sua exposição de pintura. Quer o jornalista, não o homem.
Parvo que sou até devo aparecer; porque gostei dos trabalhos.

Dos emails trocados recebi livro de editora portuguesa. Surpresa: vasta colecção onde os autores portugueses dominam; os temas, aqueles que gosto. De nome “Zéfiro”. Tenho de saber mais, quero-os comigo todos os meses na página de divulgação de livros da revista.

Este comecei-o hoje mesmo. É o quarto com que me debato em simultâneo. Veio a pedido. Encadernação diferente, design a lembrar o que se fazia, do autor Rainer Daehnhardtm “Homens, Espadas e Tomates – Feitos Heróicos dos Portugueses nos Descobrimentos; As suas Armas e as dos Seus Adversários”. Já passei os olhos por várias páginas. Magnífico!

Acabo por isso a tempo “O Mensageiro”, de Andy Andrews, o tal conselheiro da presidência norte-americana. Há livros mais importantes do que outros, independentemente da sua qualidade intrínseca. Este foi-o, porque ajuda nas relações com as pessoas. Pequenos nadas de coisas óbvias, que de tanto o serem tornam-se difíceis de ver. Mas não apenas por isso, porque também pelas outras coisas, aquelas maiores, que de tanto o serem também se tornam difíceis de descortinar.
Sem oferecer milagres, coloca-nos noutras perspectivas relativamente aos mesmos problemas. Na verdade, fiz um reconhecimento de muitos aspectos que têm feito parte da praxis da minha vida, evitando colisões, procurando o melhor ângulo para ultrapassar a dificuldade, colocando-me dentro de outrém, de modo a perceber melhor. O autor tudo isto sistematizado numa série de situações vivenciais bem generalizadas, se bem que o cunho norte-americano se inscreva no seu discurso de uma forma indelével, dando ênfase às questões relacionadas com a competição entre as pessoas.
Uma leitura bem aproveitada e cuja velocidade de leitura fiz diminuir, para que durasse mais tempo.

Os livros, os livros. Os dos outros e os meus. Estes são este, o outro, aquele, mais a poesia a vários e ainda o resto, a única parte que revejo e corrijo porque publico na VS&C. Roubo horas ao trabalho, à leitura, ao sono e até por vezes ao amor. A todos os amores, sentidos ou obrigados.
Mas que necessidade, que premência… Vício será? Adrenalina descarregada a conta gotas, inundante de furor de vida, de realização cumprida para ser. É liberdade e que liberdade é! Vogo os desejos da vida, no vértice e canto de cada palavra encontro nova ideia, na estrada da frase um novo caminho, vaso comunicante de essência e vigor, mundo novo admirável, sobejo de cor e vontade feita, inscrita.


Madrugada de quinta-feira, 05 de Agosto de 2010 Quero descansar, sentir férias, mas os trabalhos auto-impostos não me dão tréguas e, ainda por cima, dão-me prazer a todos os níveis: na antecipação, na ansiedade do antes e do durante, no esforço do fazer e, finalmente, na missão cumprida. Sinto-me sempre um garoto desorientado. Não consigo mandar tudo às malvas como os outros.

Escrevo no “outro lado” desde há três ou quatro dias consecutivos. Mais de uma hora depois das três, três e meia da manhã. Começo e não consigo parar. Que espiga!

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sábado, 15 de dezembro de 2012

                                   
Madrugada de sexta-feira, 30 de Julho de 2010 Triste, triste, a morte hoje do actor António Feio, aos cinquenta e cinco anos de idade, vítima de cancro no pâncreas contra o qual lutou duramente, sempre com aquele brilho nos olhos que só é possível encontrar nas crianças, assim como aquele sorriso.
Também a sua vida foi uma luta permanente, pelo trabalho, pela aceitação, pelo espaço, tudo apenas conseguido nestes últimos anos. Conseguira comprar o carro que sempre desejou, um Porshe, o novecentos e onze… em segunda mão. Anunciou-o exultante à revista social que o solicitara para mais uma entrevista na ressaca do sucesso da sua “Conversa da Treta”, com o colega e amigo José Pedro Gomes.
Era uma alma boa e Deus quer sempre as boas almas junto de si, mais cedo.


Madrugada de segunda-feira, 02 de Agosto de 2010 Agosto, mês de festas e romarias. Os emigrantes enchem as freguesias e os filhos voltam às casas paternas com os seus. Sol e foguetes enchem os dias e as noites fazendo o ano dobrar enquanto me parece estar ainda no princípio. Passa a primavera e ainda não saí do inverno, o verão comigo a viver a primavera e a estranhar o calor. Por isso sinto que devo alguma coisa à vida; por isso com I. saí para o encerramento das festas da freguesia, já perto da meia-noite; e procurar umas farturas que não comprámos. Também não tomámos o café porque a máquina já estava desligada e repetimos a exposição do costume do grupo folclórico, que fica sempre no caminho. Depois, fazendo afastar gente, atravessámos o adro da igreja atravancado de gentes e bandas de música que esperavam a vez. Entrámos após cumprimento ao padre e membros da comissão de festas, à soleira da porta.
Gosto da igreja nestas alturas, despida de mobiliário e com todas as luzes acesas. A paz é maior. Percorremos todos os andores (S. Vicente, S. Amaro, Sr.ª da Ajuda, os outros…) até pararmos no maior, em honra de St.ª Cristina, padroeira da freguesia da Meadela. Recolhemos umas orações, deixámos esmola à Santa e acendemos uma vela, daquelas eléctricas, que sai mais barato e pressiona menos o ambiente.
À saída vimo-nos bloqueados. A última banda a actuar estava toda formada defronte a igreja e tocou para o pároco, connosco e outros atrás dele. Esta, veio de Ílhavo, esclareceu-me um dos senhores da comissão de fesrtas. A certa altura o maestro, que já havia saudado o monsenhor com grande abraço, assim como aos senhores a seu lado – ainda olhou para mim mas mantive-me no meu sítio, mais retirado –, oferece-lhe a batuta, num gesto de distinta honra, entregando-lhe a direcção da banda. O padre V. entendeu-se bem com a coisa, sob o olhar de todo o mar de gente que se perfilava a várias filas enchendo o espaço, que não é pequeno. Depois, o maestro reassume a direcção musical e faz a banda voltar à direita por três vezes, assim saudando também o público em audiência. Depois, uma vez mais, entregou a batuta ao pároco que voltou a cumprir bem o seu papel. No final, o maestro voltou a cumprimentar os senhores à soleira da porta com grandes e sentidos abraços, com o sujeito a meu lado, velhote nos seus sessenta e muitos anos, a protestar, para quem quisesse ouvir, que já eram “abraços demais”. E percebendo que, provavelmente seria ele o próximo, trata de recuar para o interior da igreja a passo apressado. Situação digna de nota, sem dúvida!
Mas a coisa soube bem. A banda seguiu com o “Havemos de ir a Viana” e encerrou com uma cantiga de ocasião de despedida, coisa a que assisti pela primeira vez.
Há sempre uma comunhão muito grande entre as pessoas nestas coisas. Por isso, e até mais do que devendo à vida, devo a mim próprio também sê-las, para que me cumpra bem no meu lugar.


Madrugada de terça-feira, 03 de Agosto de 2010 Hoje morreu o jornalista Mário de Bettencourt Resende. Vinha a observá-lo cada vez mais magro, talvez ao longo deste último ano, quando opinava nos telejornais ou discutia nos programas de política. Ex-director do “Diário de Notícias”, vinha envolvido em polémicas sobre política, dada a actual propensão do actual editorialismo em participar directa e activamente na vida política. Admirado mais por uns que por outros, era um dos senhores do domínio do alvitre jornalístico.
Tinha cinquenta e sete anos e foi-se de cancro, como muitos outros. Os jornalistas especialmente, que sou.

A braços com três livros; com dois diários quase todos os dias. Consumo-me na concretização, roubando horas ao sono, reforçando a gastrite e a permanente sensação de fome. Dói-me o estômago sempre. Acordo e deito-me com a coluna dorida, o ombro esquerdo fora do sítio, mazelas nos joelhos e tornozelos. Enxaquecas ocasionais…
Tenho sido dor, sempre.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


Madrugada de quarta-feira, 28 de Julho de 2010 Se não é o sacho e a sachola, o balde e regador, são as pastas, os livros e o computador. Estou condenado a esta forma física.


Madrugada de quinta-feira, 29 de Julho de 2010 Está feito. A PT vendeu a sua participação na brasileira Vivo aos espanhóis da Telefónica. O assédio vindo de Maio passado teve hoje o seu desenlace após meses de negociações falhadas. Na vontade dos accionistas, tais ratos em navio a naufragar, de vender, o Estado, através de sua golden share conseguiu ainda segurar durante algum tempo a decisão de venda, obrigando os espanhóis a subir o preço de oferta que, depois dos cinco milhões e qualquer coisa de euros  oferecidos inicialmente, acabou por conseguir finalmente a compra… por cerca de mais dois milhões.
O administrador executivo da PT, que sempre se opôs ao negócio, exultava à comunicação social. Percebo porquê. Nuestros hermanos não conseguiram encaixar a ideia de uma empresa portuguesa se opor com sucesso às suas pretensões. Sentem Portugal mais deles do que podemos ter a noção. Mas sem conseguirem alcançar o objectivo, semana após semana, mês após mês, mais não lhes restou que ir de encontro à valorização das acções e pagá-las a língua de palmo.
Mas o contentamento do administrador não se deve só a isso. É que com o dinheiro encaixado comprou a Oi, operadora brasileira de comunicações fixas. Perdeu 60% dos proveitos do grupo PT para os espanhóis, mas manteve a sua posição no mercado brasileiro. Agora é só transferir know-how e alargar a empresa às comunicações móveis, com certeza também capturando muitos antigos clientes da Vivo. Por isso a administração da espanhola Telefónica deve ter ficado a arrancar cabelos. Pagou a bom preço a possibilidade de arredar os portugueses do mercado brasileiro, mas saiu-lhes o tiro no pé.
No meio disto tudo a tão odiada pela direita política golden share do Estado português. Não fossem aquelas 500 acções que possibilitaram o poder de veto ao negócio e a Telefónica teria ficado com a Vivo a preço de saldo. Os grandes financeiros da treta que temos por cá teriam entregado o ouro ao bandido, como já o fizeram em 1580. São sempre estes, sempre os mesmos que têm vendido a retalho o nosso país, ao longo de séculos, a espanhóis, a ingleses e franceses, para sustentarem a sua incompetência.

No meio do desvario, me fico pelos Hortos. Hoje com a moto-bomba entregue ao representante para reparação, ainda durante a manhã, accionando a respectiva garantia. Foi amigo que cumpriu a promessa já com um mês e me deu a boleia à outra margem. Aturei a menina mal-formada da recepção da grande superfície que pretendia o original da factura já metida ao contabilista e que não queria aceitar a cópia como comprovativo de pagamento: menina que lá está da mesma maneira que poderia estar numa loja de pronto-a-vestir ou a servir cafés, e que achava que a factura “não dá para meter em despesas” (idiota ignorante!) – mas lá ficou a coisa, com certeza a mofar bastante tempo. Estas marcas alemãs montadas na China… é um mundo que é um horror, é o que é.
Lucrei da voltinha mais uns estrados em madeira para enriquecer o equipamento da infra-estrutura do terreno, a oferta do amigo a quem ofereci o café e a promessa de uma caixa de cebolas e uma abóbora; a melhor que o jeito, embora tardio, foi grande.
A Rega foi feita depois das 20h00, com regresso às 22h00, depois de tarde de trabalho na Redacção com volta anterior por Viana, e em que me graduei no Traje de Mordoma, o tema de capa da VS&C de Agosto. Relações públicas ainda feitas com colaboradora a garantir o tema de capa da edição de Outubro, com tema conveniente às comemorações dos cem anos da implantação da República.
Muito se faz sob 40ºC! E amanhã fico até às quinhentas pela segunda vez em três dias a montar a edição com A.

E os livros, ainda…
Terminado “O Livro Inacabado de Dickens”, de Matthew Pearl, a continuação da desventura alemã na Rússia com o início da leitura este terceiro volume da “Operação Barbarossa”, na saga dos nazis que, de vitória em vitória conseguiram chegar à derrota final, os loucos.
Mas não só. De nova encomenda recebida, que perfaz mais sete volumes para a nossa colecção neste mês de Julho, as primeiras páginas de “O Mensageiro”, de autor americano, Andy Andrews, o qual, traz escrito, é conselheiro do presidente Obama, sim senhor. Gostei muito daquele primeiro voltear de folhas. Ficou na Redacção, mas esta semana virá para casa.

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