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Domingo, 4h00m de 21 de Março de 2010 – Inicio a leitura do “Dr. No” de Ian Fleming, editado em 1954. De sexta passada há aqui há uma hora, li, dentro das vinte e quatro que se seguiram até sábado, também pela madrugada, o “Casino Royale”, lançado no ano anterior. Já tinha tido os livros do Fleming nas mãos, há muitos e muitos anos, quando a vida se confundia com os nossos desejos daquilo que ela fosse. Recebi agora quatro, da distribuidora da Bertrand: estes dois, o “Quantum of Solace” e ainda o “Vive e Deixa Morrer”, que esperam em fila, antes de ter de elaborar as respectivas recensões para a “Viana Social & Cultural”. Espero por essas leituras deliciosamente. Tive oportunidade de as fazer de través por volta, creio, dos meus quinze, dezasseis anos… e até antes, nas edições de capa mole de fundo branco, com a figura do Sean Connery, em casa de primas que frequentava muito. Cheguei a pegar neles e a fazer a leitura de alguns trechos iniciais, mas, na altura, desisti, porque achava os enredos demasiado fáceis em literatura demasiado escorreita.
Quem diria…
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